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ARAPUTANGA

Pedido de vista a projeto prejudica andamento de obras e compra de medicamentos em Araputanga

Com projeto parado, sem a aprovação da Câmara Municipal, o gestor teve que paralisar obras de reconstrução asfáltica que estavam em andamento


Por Ferreira Júnior

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Ulisses Martins

A obra de reconstrução do asfalto da Rua Antenor Mamedes e várias outras ações de pavimento foram paralisadas, apesar do Poder Público contar com mais de R$ 1,3 milhões em caixa. Esses recursos são sobras do ano passado e precisa da aprovação da Câmara de vereadores para ser utilizado.

"Aquele recurso financeiro que sobrou do exercício do ano passado  2017, para o Executivo usar, remetemos  projeto de Lei, solicitando a aprovação da Câmara", disse a Diretora do Departamento de Contabilidade da Prefeitura, Joselaine Stefanello, ao informar que estão disponíveis em conta R$ 1.382.247,11 (Hum milhão, trezentos e oitenta e dois mil, duzentos e quarenta e sete reais e onze centavos).

O Projeto de Lei foi encaminhado à Câmara Municipal e na Sessão Ordinária do dia 25 de junho, o vereador Oswaldo Alvarez pediu vista ao projeto. Enquanto espera, o Poder Público fica impedido de adquirir medicamentos, construir obras que beneficiam diretamente a população e cumprir acordo firmado com a Justiça. "É pra cumprir um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que a Educação fez  junta a Promotoria, para construir salas de aulas e suprir a demanda de crianças na creche", informou a contadora.

Conforme a Secretaria Municipal de Educação 27 crianças estão na fila de espera por uma vaga nas creches do município. Duas salas de aula serão construídas com esses recursos,  que são sobras do ano passado.

A Diretora do Departamento de Contabilidade da Prefeitura, Joselaine Stefanello, esclareceu ainda que os recursos serão utilizados para diversas outras ações, dentre as quais que estão nomeadas no projeto  ações de Assistência  Social, continuidade das obras de pavimentação asfáltica e compra de medicamentos para a farmácia básica.

O Secretário de Saúde, Emerson José do Prado mencionou  diversos problemas enfrentados pelo o setor por falta de recursos, e  disse esperar a aprovação do projeto para suprir a demanda. "A gente depende desse recurso para que possamos tocar com mais facilidade, pois estamos tendo grande dificuldade devido a falta de recursos e agora que temos esse recurso, a gente depende da Câmara de Vereadores para o andamento das ações", finalizou.  


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